Estava no chão. Sua cabeça doía com um aperto e ele se contorcia com uma ardência na região de seu abdômen. Era parecida com a que acordou pela manhã, embora mais fraca. Diego! Era uma voz chorosa e aguda. O rapaz conhecia ela de algum lugar. A voz continuou a chamar seu nome e ele sentiu alguém tentar tirar algo de suas mãos. Ele não largou. Abriu os olhos e viu um céu nebuloso e uma criatura de pelugem negra, garras enormes o segurando e chifres ondulados. Diego! O rapaz se levantou com um susto, apontando o revólver em direção ao monstro. Assim que o fez, a imagem do monstro tremeu e desapareceu. Em seu lugar havia Ângela, se levantando do chão, as mãos em sinal de rendição, o olhar pasmo. A mulher abria a boca, embora o rapaz não ouvisse nada por conta do zumbido. — Ângela… — ele disse, abaixando um pouco a arma. Mal conseguia acreditar que apontara aqui para sua amiga. — Eu não... Antes de formular uma desculpa, uma figura negra arrancou a arma de sua mão e o empurrou p...
Aqui eu falo mal ou bem de uma novel brasileira que li, sem nenhum pudor e sendo crítico ao máximo. É lógico que vou apontar os acertos (se tiver algum) primeiro e depois... Bem, vou me divertir, espero que você dê boas risadas.